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Tomada de Posse dos Novos Órgãos Municipais em Cascais

por cascalenses, em 20.10.17

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Na sequência do acto eleitoral de 1 de outubro de 2017, decorre dia 21 de Outubro, às 17h00, no Palácio da Cidadela de Cascais, a cerimónia de instalação dos órgãos eleitos para a Assembleia Municipal e Câmara Municipal para o mandato 2017/2021.

 

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A importância deste acto marca em definitivo aquilo que vai ser o paradigma governativo de Cascais ao longo dos próximos quatro anos.

 

Liderados por Isabel Magalhães, que encabeçou, enquanto independente, a Lista do PS à Assembleia Municipal de Cascais, vão tomar posse vários Cascalenses Independentes que assegurarão que a Nossa Terra terá voz activa na determinação do futuro de Cascais.

 

Para além de Isabel Magalhães, estarão na Assembleia Municipal os deputados Pedro Rocha dos Santos e Marita Moreno Ferreira. Na Câmara Municipal de Cascais tomarão posse os Vereadores Independentes João Aníbal Henriques e Isabel Fonseca Guerra.

 

Assumindo a sua inabalável independência relativamente a todos os interesses, facções ou opções que contrariem os interesses legítimos de Cascais e dos Cascalenses, os novos autarcas independentes assegurarão ao longo do seu mandato a condição de porta-voz de todos os munícipes deste concelho. Até 2021, poderão os Cascalenses contar com a disponibilidade permanente e o empenho absoluto desta equipa na defesa dos valores que dão forma à Identidade Municipal, sublinhando a importância da democracia activa e participativa como cadinho de uma cidadania consciente da qual depende o futuro coeso e equilibrado de Cascais.

 

Ao longo dos próximos quatro anos, os independentes agora eleitos aplaudirão e apoiarão todas as medidas, ideias e projectos que defendam os interesses de Cascais. Sendo, da mesma maneira, inabaláveis no combate a tudo aquilo que afronte os valores, princípios e interesses dos Cascalenses que os elegeram.

 

A partir de amanhã, para além das plataformas online que todos conhecem (Facebook e Blog Cascalenses), o presente endereço de email (plataformacascalenses@gmail.com) e o telefone969 452 614 ficarão ao dispor permanente de todos os Cascalenses que os desejem utilizar. Ali receberemos as mensagens, pedidos e sugestões que desejem fazer chegar aos órgãos autárquicos onde estamos representados, com o compromisso sublinhado de total disponibilidade para visitar, ouvir, analisar e discutir com todos os Cascalenses, independentemente da sua opção política, filiação partidária, sensibilidade cultural e/ou crença religiosa, o que pretendem relativamente ao futuro de Cascais.

 

Tal como vem acontecendo ao longo dos últimos 25 anos, cá estaremos, agora na Câmara e na Assembleia Municipal de Cascais, para dar voz à Nossa Terra.

 

A bem de Cascais!

 

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publicado às 17:52

Património de Cascais - Memórias Antigas da Nossa Terra

por cascalenses, em 20.09.16

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Na semana em que Cascais se prepara para comemorar o património, oferecendo à sua população a possibilidade rara de visitar peças que fazem parte da identidade Cascalense e que estão normalmente fechadas ao público, importa recuperar este que é um dos temas mais importantes para a Nossa Terra.

 

Entre 1993 e 2000, a Fundação Cascais preparou o “Levantamento Exaustivo do Património Cascalense”  O trabalho agregou um conjunto de seis bases de dados (uma por cada freguesia) com um total de 2900 fichas patrimoniais e cerca de 500 páginas de sugestões e propostas que tinham como principal objectivo recriar um instrumento de trabalho profícuo para a administração municipal.

 

O L.E.P.C. foi publicado em versão electrónica através de um suporte em CD-Rom, tecnologia de ponta naquela época, facto que se tornou possível depois do apoio que a instituição recebeu da Câmara Municipal de Cascais para esse efeito, tendo sido distribuído gratuitamente em todas as bibliotecas e escolas do município.

 

Infelizmente, 16 anos depois dessa publicação, uma parte substancial das peças patrimoniais inventariadas pela Fundação Cascais já desapareceu. Algumas foram destruídas pela fúria do betão e deram lugar a espaços incaracterísticos que todos conhecemos; outras desapareceram como consequência da ruína que resultou do seu abandono; e outras tantas, embora devidamente classificadas, foram “esquecidas” pelo poder político, vendo desaparecer todo o potencial turístico, cultural e social que ainda possuíam.

 

Em 2003, quando a Fundação Cascais publicou a sua revista dedicada ao património, fez-se o ponto-de-situação em que nos encontrávamos… Isabel Magalhães, então presidente do Conselho de Fundadores, dizia que “a inventariação e a posterior classificação dos imóveis com valor, é o primeiro passo que se deve seguir para combater a degradação”. Filipe Soares Franco, o então presidente do Conselho de Administração, sublinhava que “apesar de ter sido notório o apoio da sociedade civil a esta causa, os partidos políticos ignoraram o apelo, criando assim as condições que permitiram a delapidação patrimonial de Cascais”. Pedro Luís Cardoso, tesoureiro da instituição, dizia que “sem património e sem memória fica comprometida a vocação turística de qualidade de Cascais” e João Aníbal Henriques, coordenador do projecto, explicava que “no ano 2000, quando a Fundação Cascais entregou à Autarquia o ‘Levantamento Exaustivo do Património Cascalense’, com seis bases de dados e cerca de 2900 imóveis inventariados, deixou de existir desculpa para o desconhecimento que se alegava noutros tempos”.

 

Tantos anos depois, quando muitos dos imóveis que constam no Levantamento Patrimonial realizado pela Fundação Cascais já são história e não passam de memórias difusas de alguns Cascalenses, vale a pena voltar a percorrer cada uma destas fichas e destas fotografias que ainda se encontram por aí em bibliotecas espalhadas por esse País fora.  Por ali se encontram os laivos oníricos de um Cascais que soçobrou perante os muitos interesses que permanentemente se digladiam à sua volta, mas também os pilares indestrutíveis de um edifício de cidadania que dignifica a Nossa Terra.

 

 

Clique AQUI para reler a Revista Fundação Cascais dedicada ao Património Cascalense

 

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publicado às 14:50

Tratar da Saúde a Cascais

por cascalenses, em 30.08.16

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Actualmente o edifício do antigo Hospital dos Condes de Castro Guimarães, vulgo Hospital de Cascais, encontra-se devoluto e poucos são aqueles que sabem o que ali se vai fazer, preocupando os Cascalenses e criando espaço para especulações que vão minando a confiança dos cidadãos.

 

Em 2002, quando a saúde era o principal desafio que se colocava a Cascais, a Fundação Cascais publicou um número da sua revista inteiramente dedicada a este sector. Nessa altura, perante a total desadequação do velho hospital perante as necessidades efectivas de Cascais e dos Cascalenses, a instituição veio propor um “Plano Global de Saúde para Cascais” que, para além da urgente construção de um novo hospital, recriasse também uma rede global de apoio à população, com hospitais de rectaguarda, cuidados preventivos, cuidados continuados e cuidados paliativos.

 

Vale a pena recordar a entrevista ao então recém-eleito Presidente da CMC, António d'Orey Capucho, que despoletou um processo importantíssimo de reformulação da saúde no concelho depois de mais de duas décadas de completo marasmo. Nota especial também para a entrevista a Maurício Chumbo, então director clínico do Centro Hospitalar de Cascais, que chefiava uma equipa que fez literalmente milagres nas condições inadmissíveis com as quais trabalhava.

 

Menção especial ainda para o artigo da autoria de Isabel Magalhães, nessa altura vereadora independente com o pelouro das actividades económicas, sobre a relação entre a prática empresarial e a saúde de Cascais. Na mesma linha, Pedro Luís Cardoso vem defender a importância da existência de cuidados de saúde de qualidade para o desenvolvimento da vocação turística da região.

 

Por fim, num acto de gratidão que marcou o décimo aniversário da presença da Fundação Cascais no Centro Pastoral Nossa Senhora e Fátima, no Bairro do Fim-do-Mundo, a notícia da publicação do livro infantil O Grande Fininho, que corporizava uma homenagem muito sentida ao trabalho e à dedicação das Irmãs Salesianas Elvira e Joaquina a uma das mais desfavorecidas comunidades Cascalenses.

 

Releia AQUI a Revista “Tratar da Saúde a Cascais”

 

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publicado às 15:22

Pelo Futuro de Cascais - Revista Fundação Cascais nº 4 de Janeiro de 2002

por cascalenses, em 29.07.16

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Em Janeiro de 2002, quando foi publicado o nº4 da Revista Fundação, Cascais atravessava uma das mais marcantes mudanças desde  o início do novo Século: depois de um longo e complexo mandato autárquico de José Luís Judas, toma posse como Presidente da Câmara Municipal de Cascais António d'Orey Capucho, abrindo uma janela de esperança no devir futuro da grande maioria dos Cascalenses.

 

O "Futuro de Cascais" que serviu de mote a esta revista, tinha como pressuposto o estabelecimento de pontes entre aquilo que ainda existia de bom na história recente do concelho e as novas ideias e rumos que poderiam ajudar a reverter a profunda crise que então existia e a trazer Cascais para a senda de um progresso sustentado que os Cascalenses desejavam.

 

Vale a pena reler as palavras de apelo de Filipe Soares Franco na abertura da revista, e também o texto da autoria de Pedro Cardoso que aponta o turismo como a grande vocação municipal. De salientar ainda, a título histórico, a recuperação da memória da loja Faraó, numa entrevista sentida com Jorge Marques, fundador da Fundação Cascais e conceituado empresário comercial Cascalense e a entrevista com o então Presidente da Associação Comercial de Cascais, Eurico Penas Paulo

 

Digno de grande destaque (até porque mantém totalmente a sua actualidade), a apresentação do PIRME - Programa Integrado de Requalificação do Monte Estoril, o primeiro grande projecto de revitalização urbanística e comercial jamais elaborado e apresentado em Cascais. Neste projecto, coordenado pela Associação de Moradores do Monte Estoril, conjugaram-se os contributos e as propostas de quase todas as instituições com interesses naquela importante localidade. A comissão promotora deste projecto era composta por Alfredo Dias Valente de Carvalho, António Pinto Coelho de Aguiar, Diogo Velez Mouta Pacheco de Amorim, Jaime Roque de Pinho de Almeida (Lavradio), João Aníbal Queirós Felgar Veiga Henriques, Joaquim Manuel Cardoso Mendes, José Francisco Gomes Santos Fernandes, José Luís de Athaíde de Almeida e Silva, Luís Miguel Lupi Alves Caetano, Manuel Pinto Barbosa, Paulo Ribeiro Maia de Loureiro e Salvador Correia de Sá. O PIRME pode ser consultado clicando AQUI

 

Vale a pena voltar a ler!

 

Revista Fundação Cascais - Janeiro de 2002 from Plataforma Cascalenses

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publicado às 15:42

"Mau Ambiente em Cascais" - Revista Fundação Cascais nº3 - Novembro de 2001

por cascalenses, em 04.07.16

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O ambiente é um dos pilares essenciais da vocação turística de Cascais! A qualidade da nossa paisagem, o carácter único da nossa História, o nosso clima especial, os monumentos que ainda temos, os cantos e recantos que transformam as nossas vilas e lugares em algo único e irrepetível, são aquilo que sustentou durante um século a prosperidade internacional da marca turística ‘Estoril’ que, nascida da excepcionalidade de Cascais, sempre conferiu à Nossa Terra o prestígio que a transformavam num destino turístico de excepção.

 

Mas o ambiente tem sido sempre uma espécie de “parente pobre” da governação municipal…

 

Debruçando-se sobre este tema, a Fundação Cascais publicou em Novembro de 2001 a revista “Mau Ambiente em Cascais” onde esmiuçava algumas das mais rocambolescas histórias que envolvem a gestão ambiental do Concelho.

 

Filipe Soares Franco, então Presidente da Fundação Cascais, num artigo pragmático sobre este tema, conclui que é batota o que se estava a passar em Cascais, ao mesmo tempo que Pedro Cardoso se debruça sobre a vocação turística de Cascais e sobre a necessidade premente de resolver em definitivo os muitos problemas ambientais que naquela altura caracterizavam o território municipal.

 

No artigo de fundo, desconstroem-se muitos dos mitos que envolvem o ambiente em Cascais. Da ‘Verdadeira História do Abano’ que veio, pela primeira vez, trazer luz sobre o imbróglio que tanto prejudicou Cascais, até à criação de uma entidade “lunar” para gerir os espaços públicos, a instituição apresenta um levantamento exaustivo do que se estava a passar no território contido na área do Parque Natural de Sintra-Cascais, mostrando um cenário dantesco de lixo, incúria e desleixo no qual não faltavam sequer um enorme amontoado de construções clandestinas…

 

E Isabel Magalhães, analisando de forma independente o que estava a passar-se no PNSC, conclui que os vereadores que representavam as câmaras municipais de Cascais e Sintra na estrutura directiva do parque “desempenhavam um papel de verbo-de-encher”!

 

Enfim… cenários de há 15 anos atrás que tanta influência tiveram (e ainda têm) no Cascais no qual hoje vivemos, num clima de profundo mal-estar e de mau-ambiente que não deixava nenhum Cascalense satisfeito.

 

Releia AQUI a versão integral da Revista Fundação Cascais e Novembro de 2001

 

 

Revista Fundação Cascais - Novembro 2001 from Plataforma Cascalenses

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publicado às 17:50

Festa "Chapéus há Muitos!" SerCascais no FIZZ

por cascalenses, em 21.03.16

 

Uma festa mítica e uma noite muito especial em Cascais. Organizada por Isabel Magalhães, Pedro Rocha dos Santos e João Aníbal Henriques, do Movimento Independente SerCascais, a festa "Chapéus há Muitos!" aconteceu no FIZZ, na Praia de Carcavelos e contou com a presença de 3 centenas de Cascalenses MUITO animados!
 
 
Isabel Magalhães
 
 
 
Pedro Rocha dos Santos e Filomena Gonçalves
 
 
Anabela Gonçalves
 
 
Anabela Azevedo Rua e Manuel Rua
 
 
Filomena Ramilo
 
 
Pedro Rocha dos Santos
 
 
Elsa Henriques, Filipa Ferreira e Anabela Gonçalves
 
 
Hanna Perez, João Ahrens Teixeira e Isabel Magalhães
 
 
António Cabral de Magalhães, Ana Santa Cruz e Rita Freudenthal
 
 
Rita Freudenthal, João Aníbal Henriques e Filipa Ferreira
 
 
Pedro Rocha dos Santos e António Teixeira Lopes
 
 
António Cortez e Celeste Cortez
 
 
Mónica Amante Pereira, Elsa Henriques, Cláudia Veloso, Alexandra Paulo e Eduarda Martins
 
 
Rusa Hespanha e Pedro Santos Paulo
 
 
 
Filomena Ramilo
 
 
António Cabral de Magalhães
 
 
Margarida Rufino
 
 
Pedro Santos Paulo e Alexandra Paulo
 
 
Sofia Cunha Alves
 
 
 
 
Filomena Gonçalves
 
 
 
Pedro Rocha dos Santos e Pedro Santos Paulo
 
 
Mónica Amante Pereira e Cláudia Veloso Parrinha
 
 
 
Gil Cruz
 
 
Filipa Ferreira
 
 
Pedro Rocha dos Santos e Rita Freudenthal
 
 
João Aníbal Henriques, Pedro Rocha dos Santos, Hélder Pereira, Mónica Amante Pereira, Pedro Santos Paulo e Alexandra Paulo
 
 
 
Pedro Santos Paulo
 
 
Anabela Azevedo Rua e Manuel Rua
 
 
 
 
Betty Rodriguez
 
 
 
 
Alexandra Paulo, Cláudia Veloso e Mónica Amante Pereira
 
 
 
Mónica Amante e Pereira e Eduarda Martins
 
 
 
Alexandra Paulo, Elsa Henriques, Mónica Amante Pereira, Filipa Ferreira, Hélder Pereira e Cláudia Veloso Parrinha
 
 
Mónica Amante Pereira, Elsa Henriques, Cláudia Veloso Parrinha, Alexandra Paulo e Eduarda Martins
 
 
 
 
Maurício Chumbo e Fátima Chumbo
 
 
Pedro Santos Paulo
 
 
Pedro Rocha dos Santos, Mónica Amante Pereira, João Aníbal Henriques e Alexandra Paulo
 
 
 
 
 
 
 
Manuel Rua
 
 
Mónica Amante Pereira, Cláudia Veloso Parrinha, Eduarda Martins e Alexandra Paulo
 
 
Elsa Henriques e Filipa Ferreira
 
 
Celeste Cortez
 
 
Pedro Rocha dos Santos e João Aníbal Henriques
 
 
Filipa Ferreira
 
 
 
Anabela Azevedo Rua e Manuel ua
 
 
Pedro Rocha dos Santos e Pedro Santos Paulo
 
 
 
Mónica Amante Pereira
 
 
 
 
Hanna Perez, João Ahrens Teixeira e Isabel Magalhães
 
 
Alexandra Paulo e Mónica Amante Pereira
 
 
Pedro Santos Paulo
 
 
Isabel Magalhães
 
 
Gil Cruz
 
 
 
Cláudia Veloso Parrinha e Eduarda Martins
 
 
 
 
 
Pedro Santos Paulo
 
 
 
Rita Freudenthal, João Aníbal Henriques e Filipa Ferreira
 
 
Elsa Henriques e Filipa Ferreira
 
 
 
Mónica Amante Pereira, Cláudia Veloso Parrinha, Eduarda Martins e Alexandra Paulo
 

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publicado às 14:44

O Subúrbio de Cascais

por cascalenses, em 29.06.15

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por Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques

 

Na passada semana foi finalmente aprovada a nova versão do PDM de Cascais. Com mais de uma década de atraso, a nova versão deste importante documento consagra valores e princípios que se são uma cisão definitiva com o modelo de desenvolvimento consagrado para o concelho desde há mais de 100 anos. Tudo vai mudar a partir de agora e os equilíbrios estruturais de outros tempos vão perder-se definitivamente.

 

Tal como referiu amiúde o Presidente da Câmara Municipal de Cascais ao longo do controverso período de discussão que envolveu esta polémica aprovação, já tudo foi dito e discutido sobre este PDM. Com a sociedade civil unida contra a orientação política imposta pela coligação PSD/CDS, que consagra definitivamente a dependência de Cascais face a Lisboa e a suburbanidade do nosso concelho, este novo PDM é o resultado de uma opção política por parte daqueles que governam Cascais e impõe-se ao concelho como uma espécie de condenação que terá repercussões directas no devir municipal ao longo dos próximos dez anos e com implicações irreversíveis que se farão sentir ao longo das próximas gerações.

 

Apesar de terem sido muitas as vozes que se fizeram ouvir contra esta opção, e de o período oficial de discussão pública da proposta ter conhecido muitas dezenas de intervenções críticas por parte dos munícipes Cascalenses, os detentores do poder não se cansaram de reiterar a falsa informação de que não existiram intervenções por parte do povo de Cascais…

 

 

No nosso caso, com a experiência negativíssima que tivemos durante o consulado de José Luís Judas, que pura e simplesmente tomou como lixo as muitas críticas e sugestões que lhe fizemos chegar durante o processo de aprovação da versão de 1997 do PDM e, depois, durante a controversa tentativa de revisão que se fez no ano 2000, optámos por compilar conjuntamente as nossas sugestões e críticas num documento ponderado e muito aprofundado que foi entregue oficialmente na Câmara Municipal de Cascais e, para evitar que todo o trabalho fosse para o lixo de forma incipiente, por transformá-lo num livro que garantisse que pelo menos fossem discutidas as nossas ideias e o nosso contributo para o concelho. Mas por mais incrível que pareça, mesmo com a entrega oficial da nossa intervenção e a publicação do livro, os partidos que controlam o poder teimosamente continuam a tentar dar a entender que nada nem ninguém apresentou proposta alguma que servisse de alternativa a esta versão que agora temos… como se uma mentira, por ser repetida sistematicamente, pudesse tornar-se numa verdade junto dos munícipes da nossa terra.

 

Com a aprovação desta nova versão do PDM, a vocação turística municipal deixa de ser o eixo estruturante do concelho. E com esta opção, que contraria mais de um século de uma história próspera e pujante, esvai-se a orientação cujo mote era colocado na qualidade de vida dos Cascalenses. A marca internacional “Estoril”, que o governo de José Sócrates tentou extinguir e que o então Presidente da CMC, António Capucho, tudo fez para salvar, foi agora definitivamente extinta por opção desta coligação que pretende consagrar o Cascais de subúrbio, incaracterístico e desinteressante. Ficou provado que o objectivo que José Sócrates tinha é o mesmo que a actual maioria defende: acentuar a dependência de Cascais perante Lisboa, diminuindo o seu papel na definição dos critérios diferenciadores de outros tempos e definitivamente abandonando o sonho antigo de que esta nossa terra mantivesse a aura de glamour e de excelência que a caracterizou durante muito tempo. Como é evidente, com implicações na gestão das verbas do jogo e no impacto que as mesmas têm no nosso concelho.

 

Hoje, a reboque das necessidades eleitorais que vão aparecendo, a opção consagrada neste PDM aponta para o reforço da suburbanidade de Cascais. Encoberta por parangonas que dizem que vão defender tudo e que tudo vão defender, esta nova versão do PDM recria uma teia de unidades operativas e de sub-unidades que, completamente alheadas da realidade municipal e daquilo que foi sempre o devir deste concelho, escondem os meios que permitem discricionariamente destruir tudo aquilo que de bom ainda temos. Acontece com o património edificado, por exemplo. Ao contrário da opção assumida no tempo do anterior presidente, de anexar ao PDM uma listagem exaustiva de imóveis a proteger e a defender, este novo PDM faz exactamente o inverso: diminui ao mínimo que a lei permite os imóveis listados, dizendo depois que é a opção é salvar tudo aquilo que existe no Concelho! E por aí adiante. Faz-se o mesmo com o ambiente, com as áreas verdes, com os leitos das ribeiras, com os espaços-canal, com a dicotomia entre o litoral e o interior, com a reconversão dos núcleos urbanos consolidados, com os bairros clandestinos entretanto legalizados, com as escolas, com a promoção da actividade empresarial, com os lixos, etc!

 

Dirão alguns que serão poucas as mudanças que para já vamos sentir com a aprovação deste PDM… mas infelizmente não é assim e as consequências desta opção populista e casuística estão já aí para todos as podermos ver. Dos festivais dos pastéis de bacalhau ao monta-e-desmonta permanente das barracas de pau que se colocam em frente à Câmara; dos eventos sociais para colocar nas redes sociais e nas revistas publicadas com erário público para promover o poder; da Rua Direita transformada num imenso shopping indiano-paquistanês; da debandada geral das grandes e conceituadas marcas comerciais que noutros tempos traziam tanta gente à nossa terra; da transformação de arruamentos urbanos numa espécie de vias-rápidas no centro das localidades onde o mote se coloca nos carros e não em quem passeia a pé; nas fachadas envidraçadas dos edifícios que vão ocupando os espaços urbanos mais impactantes; dos projectos de uma pseudo-reconversão da entrada de Cascais, demolindo os edifícios antigos que lá estão para prolongar o horrendo Cascais-Villa que dizem querer fazer desparecer; do demole-e-não demole dos edifícios do Largo da Estação à pseudo-entrega da decisão do que se vai ali fazer aos Cascalenses; são centenas (ou se calhar milhares) de exemplos bem demonstrativos desta opção populista e suburbana, orientada para a caça ao voto e para a promoção rápida de umas quantas gentes, que vão destruindo de forma paulatina a Alma e a essência desta nossa terra.

 

Cascais vai ser agora mais um subúrbio de Lisboa. Vai ser mais um palco populista de um tenebroso caminho que leva progressivamente à indiferenciação e ao conformismo. E vai ser, de forma atroz para todos aqueles que defendem de forma independente a nossa terra, um mero veículo de propaganda eleitoral ao sabor das necessidades dos partidos que nos governam. Aí está o exemplo assombroso do que vão fazer em Carcavelos e o inusitado requinte de tapar o que de mal se faz com os laivos recônditos de um projecto universitário de excelência!.. Sem apelo e sem agravo…

 

Serve de pouco a verdade neste Cascais que agora temos. Mas aqui fica, porque a mentira tem perna curta e Cascais merece um destino diferente, o link para a versão integral em PDF do livro que contém as nossas sugestões, as nossas considerações, as nossas críticas e o nosso contributo para o futuro do nosso concelho. Porque por aí se continua a dizer que não existe: "Cascais – Estratégia de Futuro para a Nossa Terra”.

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publicado às 13:22

Apresentação do Livro "Cascais" de Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques

por cascalenses, em 10.04.15

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Decorreu ontem, no Hotel Baía, em Cascais, a sessão de apresentação do livro "Cascais - Estratégia de Futuro para a Nossa Terra" da autoria de Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques. Com mais de 200 convidados presentes os autores sublinharam a importância do planeamento estratégico como forma de garantir a sustentabilidade de Cascais, assumindo o turismo como a vocação municipal prioritária. O historiador Paulo Morais-Alexandre, que apresentou a obra, salientou diversos aspectos relacionados com a paulatina degradação dos espaços concelhios, explicando que o Plano Director Municipal é o instrumento mais importante para a definição das regras-gerais que darão corpo à projecção do crescimento muncipal ao longo dos próximos (pelo menos) 10 anos.

 

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publicado às 17:06

Estoril: 40 Coisas para Fazer na Costa do Sol

por cascalenses, em 31.07.14

Enquanto o poder político se esforça por destruir administrativamente a centenária marca turística ‘ESTORIL’, extinguindo a Região de Turismo do Estoril, a Junta de Turismo do Estoril e até as regras da concessão do jogo na nossa região, eis que o ESTORIL se impõe! Desta vez na Revista Time Out… não vão conseguir matar o Estoril!

 

 

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publicado às 17:44

O Estoril não foi à BTL

por cascalenses, em 14.03.14

 


Pela primeira vez desde há 26 anos, o Estoril não foi à BTL – Feira Internacional de Turismo de Lisboa. No ano do centenário do seu nascimento [1914-2014], e numa altura em que se assumia como terceiro destino turístico em Portugal, logo depois de Lisboa e do Algarve, é com grande preocupação, estranheza e perplexidade que registamos esta ausência, principalmente se tivermos em conta o reconhecimento internacional inquestionável que a marca turística ‘Estoril’ conquistou ao longo dos últimos anos. Substituído por uma pequena banca sempre vazia e completamente perdida dentro do stand do Turismo de Lisboa com a recém-criada marca ‘C’ de Cascais (e sabe-se lá do que mais), é com muita tristeza que somos obrigados a explicar a todos os operadores internacionais que nos questionam sobre o porquê deste desaparecimento estranhíssimo do Estoril, que foram motivações políticas e estratégias partidárias que determinaram esta morte anunciada. Eles não percebem. Nós também não. 

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publicado às 11:56

SerCascais ColorFun Party!

por cascalenses, em 01.10.13

 

 

As memórias de uma noite de luz, cor e emoção na "SerCascais ColorFun Party". Uma organização do Pedro Rocha dos Santos que se encheu de risos e sorrisos e deu forma ao sonho de SerCascais. Porque vale a pena! Porque estas eleições autárquicas marcaram o início de um novo ciclo na NOSSA TERRA. Porque nada voltará a ser como dantes!

 

 

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publicado às 13:29

No Coração de Cascais com Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques

por cascalenses, em 22.09.13

 

 

Foi com emoção que o SercScais - Movimento Independente, terminou ontem um ciclo de 4 anos de passeios SerCascais. Desta vez foi no Coração da NOSSA TERRA, num passeio pedestre nocturno que começou na Capela do Livramento e passou pelo Vale de Caparide, Miroiços e Quinta dos Pesos. Um passeio guiado por Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques com a presença marcante do Pedro Rocha Dos Santos. Porque vale a pena SerCascais!

 

 

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publicado às 16:53

Uma Proposta de PDM para não haver PDM...

por cascalenses, em 18.09.13

 

 

 

Ao longo das últimas quatro décadas, assente numa lógica de governação municipal que depende dos partidos políticos, Cascais tem vindo a conhecer progressivamente a degradação da sua excelência e a transformar-se em mais um dormitório da região da Grande Lisboa.

 

Os vícios de que padece o sistema e que o Professor Paulo Morais tão bem elencou durante a conferência que proferiu recentemente no SerCascais (AQUI), estão profundamente relacionados com a gestão do território e com os muitos interesses especulativos que a ele se associam. Construção desenfreada, por um lado, sem qualquer espécie de respeito pelas características urbanas do Concelho, e a inexistência de uma vocação que dê forma a um projecto global de crescimento sustentado, foram destruindo as nossas aldeias, os centros históricos e até alguns dos mais emblemáticos monumentos históricos do nosso Cascais.

 

Durante muito anos, os partidos políticos que têm governado a NOSSA TERRA, explicaram que o desnorte em que vivíamos se devia ao facto de o único plano urbanístico que Cascais tinha ser o PUCS (Plano de Urbanização da Costa do Sol) que, com quarenta anos de existência, estava totalmente desadequado da realidade municipal e até da vivência política Nacional. Depois, já em 1997, aprovaram o primeiro Plano Director Municipal (que deveria ter sido revisto em 2007 e não foi) e os problemas de que Cascais padecia agravaram-se ainda mais.

 

Totalmente desadequado, e efectivamente aprovado de maneira a que a complexidade associada ao documento permitisse que se fizesse tudo o que o poder político desejava, o PDM de 1997 foi a ferramenta ao abrigo da qual mais se destruiu Cascais! Veja AQUI a nossa análise aprofundada ao PDM de 1997, e o conjunto de propostas que defendemos para a sua revisão.

 

Agora, numa altura em que se aproximam as eleições e em que tudo pode mudar em Cascais, o executivo municipal em fim de mandato resolveu avançar com o processo de revisão do PDM. A proposta que apresentaram publicamente, e que pode ser consultada no site da CMC, é de tal forma escabrosa que se torna difícil escolher alguns pontos com mais relevância  pontos para a vida futura dos Cascalenses…

 

Feito certamente por gente que não conhece o território nem a realidade municipal, a proposta de PDM apresentada pelo PSD e pelo CDS-PP baseia-se em pressupostos que ou não existem, porque nunca existiram nesta terra, ou que já deixaram de existir, tornando inexequíveis as linhas programáticas que advoga e muito graves as consequências que daí advêm para a gestão de qualidade de que Cascais tanto necessita.

 

O turismo, entendido nesta proposta como um mero apêndice residual da actividade económica do Concelho, e que já abordamos anteriormente, cruza-se com uma proposta urbanística perfeitamente inaceitável na qual se coloca, pela inexactidão do que ali consta e da forma complexa como é apresentado, nas mãos do executivo municipal as decisões finais sobre tudo o que por aqui se pretender fazer.

 

Ou seja, com esta proposta de PDM… é como se não houvesse PDM!

 

Em termos concretos, os principais problemas que identificámos nesta proposta do PSD e do CDS-PP prendem-se com as normas urbanísticas propostas, que deixam em aberto a possibilidade de reconverter e “pseudo-modernizar” os núcleos urbanos consolidados; de aprovar centenas de novos loteamentos a coberto da célebre norma que dá forma à criação das AUGI’s (Áreas Urbanas de Génese Ilegal); a inexistência de um plano de crescimento rodoviário adaptado às novas necessidades de mobilidade no Concelho; a inexistência de um plano de salvaguarda do património histórico e arqueológico; a opção de retirar do PDM as listagens de peças patrimoniais de interesse relevante para o Concelho; a inexistência de um plano que permita reassumir a zona litoral do Concelho em conjunto com a área do Parque Natural Sintra-Cascais e com a zona do interior; a inexistência de uma política de segurança municipal; a inexistência de uma indicação acerca das políticas de sustentabilidade de que a NOSSA TERRA tanto necessita; e tantos outros aspectos que abordamos de forma aprofundada AQUI.

 

Por outro lado, e mais grave ainda, não assume a vocação de Cascais e, dessa maneira, não perspectiva – como deveria fazer – o crescimento do Concelho ao longo dos próximos anos, deixando ao sabor das necessidades conjunturais a decisão relativamente ao que se vai fazendo.

 

Ou seja, esta proposta de revisão do PDM do PSD/CDS-PP não é mais do que uma tentativa encapotada de fazer desaparecer todo e qualquer vestígios de regras claras, de forma a tornar impossível o controle das decisões que o poder partidário vai tomando.

 

O PDM que advogamos deve assumir-se como o grande instrumento de planeamento do território e, para isso, é essencial que ele espelhe a vontade, o discernimento, os projecto e o sentir da comunidade. Só assim se torna possível fazer uma gestão urbanística em função do que está no planeamento, evitando desvios e as tentações que o poder vai despertando ao longo dos mandatos municipais. Também só dessa maneira se torna possível fiscalizar o cumprimento dos pressupostos contidos nesse mesmo PDM.

 

Deixamos AQUI o nosso conjunto de propostas concretas para a revisão do PDM de Cascais e sublinhamos que dele depende a própria sobrevivência do Cascais que hoje temos. Porque se à Câmara Municipal de Cascais, por força da inexactidão constante nesta proposta, for dado o poder de discricionariamente decidir o que se vai fazer em Cascais, a NOSSA TERRA caminhará inexoravelmente para a suburbanidade defendida pelo actual executivo municipal.

 

Queremos um Concelho marcado pela excelência; Queremos um Concelho onde a justiça social seja uma realidade; Queremos um Concelho com capacidade para assumir a sua vocação turística e, com isso, de voltar a transformar-se numa referência internacional.

 

Por isso não podemos aceitar esta enganosa proposta de PDM.

 

Veja AQUI o nosso programa eleitoral e AQUI os compromissos que assumimos perante os Cascalenses.

 

Porque vale a pena SerCascais!

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publicado às 15:03

Passeio Pedestre "No Coração de Cascais" com Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques

por cascalenses, em 17.09.13

 


CONVITE 

 

 

No próximo Sábado, dia 21 de Setembro, o SerCascais organiza novo passeio pedestre nocturno em Cascais. Com o título “No Coração de Cascais” este passeio será conduzido por Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques e marcará o fechar do ciclo dos muitos passeios que organizámos na NOSSA TERRA.

 

Na véspera do Equinócio de Outono, quando se mudam os tempos e se prepara o novo tempo que está quase a chegar, será um autêntico mergulho no Coração de Cascais… Vamos partilhar ideias, sonhos e projectos e preparar o futuro do nosso Concelho.

O encontro é às 21h15 junto à Capela do Livramento (Entre a Alapraia e Caparide - ver mapa em anexo) e a dificuldade é muito reduzida, podendo participar pessoas de todas as idades. Devem trazer sapatos confortáveis, uma lanterna e água… e todos os amigos que quiserem estar…

 

Ou simplesmente Ser…Cascais!

 

Descarregue Aqui o Convite

 

Convite SerCascais - Passeio Nocturno "No Coração de Cascais" from Portugalidade, Cascais

 

Veja Aqui Onde nos Vamos Encontrar 

 

 


Ver mapa maior

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publicado às 16:45

Paulo Morais fala de Corrupção nas Autarquias em Portugal

por cascalenses, em 10.09.13

Vamos falar de corrupção? Explicando a importância que as candidaturas independentes têm na recriação de um clima político marcado pela verdade, pelo rigor e pela seriedade e, por extensão, na sobrevivência da própria democracia, Paulo Morais abordou o tema da corrupção nas autarquias como ponto essencial do seu discurso na palestra promovida pelo Movimento SerCascais. Veja aqui a versão integral do discurso de Paulo Morais.

 


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publicado às 00:04

Só Falta 1 Mês para SerCascais!

por cascalenses, em 29.08.13

 

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publicado às 10:59

Hino Oficial do Movimento SerCascais!

por cascalenses, em 26.08.13

 

 

Voz: Deolinda Bernardo

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publicado às 16:40

SerCascais - O Nosso Mar e a Nossa Terra!

por cascalenses, em 26.08.13




SerCascais é Alma, Sangue e Vida. Caminhos novos de um mar inesquecível, cruzados através de memórias que se perpectuam no tempo! Porque se aproximam os tempos da mudança... Isabel Magalhães, líder do Movimento SerCascais e candidata independente à presidência da Câmara Municipal de Cascais, esteve com os seus apoiantes a bordo do Leão Holandês para partilhar as ideias e os projectos que vão dar forma ao futuro da NOSSA TERRA! Porque vale a pena SerCascais!




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publicado às 16:38

O Terror das Sondagens em Cascais!

por cascalenses, em 23.08.13

 

 

Valendo o que vale, numa altura em que a campanha eleitoral ainda está a começar, o Jornal Expresso publicou ontem a primeira sondagem autárquica para o Concelho de Cascais.

 

Os resultados, sendo os esperados por todos, trazem no entanto um elemento verdadeiramente surpreendente que criou um cenário de terror no seio da coligação partidária do PSD/CDS: o Movimento Independente SerCascais, sem os meios, as estruturas e o dinheiro que os partidos têm, estreia-se nestas lides com um óptimo 3º lugar e com uma percentagem de votos que augura um excelente resultado para Cascais.

 

Reagindo a estes resultados, o presidente da CMC veio a público e, em tom indignado, disse que não acreditava no resultado alcançado pelo SerCascais, deixando no ar torpes insinuações que têm como único objectivo confundir os Cascalenses.

 

Sabendo que  a candidatura do SerCascais é inabalável na defesa da verdade, da honestidade e do rigor, e que será intransigente na defesa dos interesses de Cascais e dos Cascalenses, a coligação PSD/CDS já percebeu que depois das próximas eleições, sejam quais forem os resultados das escolhas que se fizerem, passarão a ser responsabilizados pelas decisões que tomarem e terão de explicar rigorosamente tudo o que quiserem fazer com o NOSSO CONCELHO. Sabem que acabou o tempo da impunidade, da mentira, da falta de rigor e da política do foguetório e da festa…

 

Nos últimos dias, através de perfis falsos nas redes sociais, têm-se multiplicado as calúnias e as mentiras através da internet, mostrando bem que o desespero está a tomar conta de quem controla o poder.

 

É vil este exercício que põe em causa a democracia que defendemos para Cascais, mas temos a certeza de que não conseguirão enganar os Cascalenses.

 

O agradecimento reconhecido por este resultado fica para os muitos homens e mulheres livres, independentes e profundamente motivados para a defesa da NOSSA TERRA que nos têm acompanhado neste projecto. É vosso/nosso o mérito de devolver a VOZ A CASCAIS e de garantir um futuro com qualidade de vida para os nossos filhos e netos!

 

Veja AQUI a sondagem do Jornal Expresso. 

 

Porque vale a pena SerCascais!

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publicado às 11:50

Compromisso SerCascais por Isabel Magalhães

por cascalenses, em 22.08.13

 

 

 

Isabel Magalhães, líder do Movimento SerCascais e candidata independente à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, apresenta publicamente o seu compromisso perante os Cascalenses. Porque vale a pena SerCascais!

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publicado às 16:03

SerCascais - Formalização da Primeira Candidatura Independente

por cascalenses, em 30.07.13

Momento histórico em Cascais em que o Movimento SerCascais, liderado por Isabel Magalhães, formaliza a primeira candidatura independente de sempre às Eleições Autárquicas Cascalenses. Mais de 6000 assinaturas marcaram um dia que fica para a História e que prova que... vale a pena SERCASCAIS!


 

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publicado às 23:06


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