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L’Église de Saint Antoine - Un Bastion de la Memoire à L’Estoril

por cascalenses, em 21.11.16

 

 
 
Insérée dans une ambiance cosmopolite, où régne la logique touristique, l’église de Saint  Antoine de l’Estoril, Qui est devenu un lieu d’excepionnel intéret pour l’éventuel visiteur, présente une histoire pleine de vicissitudes.
 
Les premiéres mentions à ce lieu se rapportent à 1527, quand on appris l’existence d’une petite église en bois dédiée  à Saint Roch, avec un autel à Saint Antoine mis au seuil, construit par Leonor Fernandes, qui deumeurait au “Casal do Estoril”.
 
Selon Ferreira de Andrade, le terrain où se dressait cette petite église appartenait, au XVIéme siécle, à Luis da Maia, Qui l’aurait dotée à l’ordre de Saint François. Avec das pierres provenant de l’ancien Couvent d’Enxobregas, les religeux nouveaux-logés ont commencé tout de suite la construction d’un nouveu temple auquel on a annexé un petit ermitage et un atélier artistique.
 
 
 
 
Physiquement, léglise était composée par une seule nef avec trois autels: Il y avait une image de la Vierge de la “Boa Nova” sur l’autel principal; dans les autres, il y avait les images de Saint Dominique et de Saint François. Selon la “Crónica Seráfica da Santa Província dos Algarves”, où on décrit les bâtiments de l’ordre de Saint François, il y aurait encore une image de Saint Antoine à côté de l’épitre, sur l’autel principal. Il y aurait une image du Saint thaumaturge avec plus au moins de trois pieds de haut, où se trouve aujourd’hui la croix, tout près du parvis de l’actuelle église. Les primitifs carreuax vernissés datés de 1719 et de 1751, dénotent una noble qualité de production artistique.
 
Presque entiérement détruite par le tremblement de terre de 1755, l’église a souffert, au XVIIIéme siécle, de grandes transformations. Commencé en 1756 sur l’initiative du gardien du temple, Frei Basílio de São Boaventura, le chantier de récupération a été fait sur un rythme extraordinairement rapide. On a pris connaissance en 1758, deux ans après son commencement, que les travaux de reconstruction de l’autel étaient déjà terminés, avec as actuelle sculpture dorée. Le même religieux, soigneux, exécuteur de ses devoirs, a élargi encore le choeur vers le parvis, à peu près douze pieds, en le dotant de trois larges fenêtres sur la façade intégralement effectuée en pierre de taille, ainsi qu’on la trouve aujourd’hui, et l’image de Saint Antoine placé dans un niche qui si trouvait au-dessus.
 
 
 
 
En 1834, quand les ordres religieux ont disparu, le Couvent a été vendu aux encheres à Manuel Joaquim Jorge, qui a construit dans les terrains annexes un bâtiment de rapport, qu’il louait pendant l’époque estivale fut remisse à la confrérie de Saint Antoine de l’Estoril.
 
Néanmois, l’histoire de cette église ne finit pas ici, une fois qu’en 1927 un incendie a détruit le temple reformé du Viéme siécle. Le combat engagé contre le feu par les pompiers es divers corporations presentes, a permis la récupération d’une grande partie du mobilier, du crucifix de l’autel, des chandeliers d’argent et de plusieurs objets du culte.
 
 
 
 
Le projet de Tertuliano Marques a permis sauver quelques anciens carreaux vernissés et maintenir l’esquisse original du bâtiment, en lui accroîtant les fresques de l’actuel toit, dont l’auteur est Carlos Bonvalot, Qui a acore dressé quelques nouveaux carreaux vernissés qu’on y trouve encore aujourd’hui.
 
 
En 1929, à la cérémonie d’ouverture de la nouvelle paroisse de l’Estoril, déjà sur l’orientation du Monseigneur Moita, on a trouvé le temple avec son actuel aspect, une espéce de bastion de la mémoire d’un Estoril d’autrefois.

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publicado às 17:15

A Igreja Paroquial de Santo António do Estoril

por cascalenses, em 11.06.14
 

 

 
por João Aníbal Henriques
Inserida num ambiente cosmopolita, onde a lógica turística impera, a Igreja de Santo António do Estoril, apresenta uma história repleta de vicissitudes que a tornam num local de excepcional interesse para o eventual visitante.
As primeiras menções a este lugar, reportam a 1527, quando se noticia a existência de uma pequena ermida de madeira dedicada a São Roque com um altar a Santo António colocado junto à entrada, construído por Leonor Fernandes, moradora no Casal do Estoril.
Segundo Ferreira de Andrade, o terreno onde se erguia esta ermida, pertencia no século XVI a Luís da Maia, que o terá doado à Ordem de São Francisco. Com pedras retiradas do antigo Convento de Enxobregas, os frades recém-instalados iniciaram de imediato a construção de um novo templo, ao qual foi anexado um pequeno eremitério e uma oficina artística.
Em termos físicos, a igreja era composta por uma única nave, com três altares: no altar-mor estava uma imagem de Nossa Senhora da Boa Nova; nos dois restantes encontravam-se imagens de São Domingos e de São Francisco. Segundo a 'Crónica Seráfica da Santa Província dos Algarves', na qual se descrevem os edifícios da ordem de São Francisco, existiria ainda uma imagem de Santo António ao lado da epístola, no altar-mor. Uma imagem do santo taumaturgo existiria ainda, com cerca de três pés de altura, onde hoje se ergue o cruzeiro, junto ao adro da actual igreja. Os azulejos primitivos, datados de 1719 e 1751, denotam uma elevada qualidade de produção artística.
Quase completamente destruída pelo terramoto de 1755, a Igreja conheceu no século XVIII grandes transformações. Iniciadas em 1756, por iniciativa do guardião do templo, Frei Basílio de São Boaventura, as obras de recuperação foram feitas a um ritmo extraordinariamente rápido, havendo notícia de em 1758, pouco mais de dois anos após o seu início, se terem já concluído os trabalhos de reconstrução do altar, com a sua actual talha dourada. O mesmo frade, zeloso cumpridor dos seus deveres, alargou ainda o coro para o adro, em cerca de doze palmos dotando-o de três janelas rasgadas na fachada integralmente efectuada em pedraria, tal como hoje ainda encontramos, e encimada por uma imagem de Santo António colocada num pequeno nicho.
Em 1834, quando foram extintas as ordens religiosas, o convento foi vendido em hasta pública a Manuel Joaquim Jorge, que nos terrenos anexos edificou um prédio de rendimento que alugava durante a época estival aos utilizadores das águas termais do Estoril. Em 10 de Maio de 1916 a igreja foi entregue à Irmandade.
A história desta igreja, no entanto, não termina aqui, uma vez que no ano de 1927 um incêndio destruiu o remodelado templo seiscentista. A luta travada pelos bombeiros das várias corporações presentes contra o fogo, permitiu a recuperação de grande parte do mobiliário, o crucifixo do altar, castiçais de prata e vários objectos de culto.
O projecto de Tertuliano Marques permitiu salvar alguns dos antigos azulejos e manter a traça original do edifício, tendo-lhe sido acrescentados os frescos do tecto actual, da autoria de Carlos Bonvalot, bem como o conjunto azulejar, concretizado pelo Mestre Victória Pereira.

 

Em 1929, na cerimónia de início do funcionamento da nova Paróquia do Estoril, já sob a orientação de Monsenhor Moita, encontramos o templo com o seu aspecto actual, espécie de bastião da memória de um Estoril de outros tempos.

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publicado às 12:54


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